Áreas verdes e espaços de convivência passam a influenciar valorização imobiliária em Rio Verde

   

 Áreas verdes e espaços de convivência passam a influenciar valorização imobiliária em Rio Verde

Levantamento da DataZAP aponta que 43% dos compradores consideram a presença de parques um fator relevante na escolha de imóveis. Movimento começa a impulsionar novos projetos residenciais na zona Sul da cidade

Crédito - Divulgação

A busca por qualidade de vida, caminhabilidade e proximidade com áreas verdes tem impulsionado a valorização de empreendimentos localizados próximos a parques, praças e espaços de lazer em diferentes regiões do país. Levantamento da DataZAP de 2024 aponta que 43% dos compradores de imóveis consideram a presença de parques um fator relevante na escolha de um empreendimento, movimento que reforça a valorização de regiões conectadas a áreas verdes, espaços de convivência e lazer.

O cenário, já consolidado em grandes centros urbanos, começa a ganhar força também no interior do estado, como na cidade de Rio Verde, especialmente na zona sul do município, região que vem concentrando novos investimentos imobiliários e projetos voltados ao perfil contemporâneo de moradia.

Além da valorização patrimonial, fatores como contato com a natureza, possibilidade de deslocamentos curtos, tempo ao ar livre e integração com espaços urbanos qualificados têm influenciado diretamente o comportamento do consumidor. O entorno do Espelho D’Água, por exemplo, desponta como uma das regiões que acompanham esse movimento de expansão associada à valorização de áreas de convivência e lazer.

Segundo o diretor financeiro da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) de Rio Verde e CEO do Grupo Rei, Vinícius Kerley, a procura por empreendimentos próximos a parques e áreas verdes tem crescido de forma consistente nos últimos anos. “O consumidor passou a considerar não apenas o imóvel em si, mas todo o contexto urbano e qualidade de vida associada a ele. Regiões conectadas a esse tipo de espaço tendem a concentrar um potencial importante de valorização e desenvolvimento urbano”, afirma.

Portanto, pode-se afirmar que esse cenário acompanha uma mudança no próprio perfil de moradia buscado atualmente, com maior valorização de projetos integrados à rotina urbana, à praticidade e ao bem-estar. O novo empreendimento vertical do Grupo Rei Urbanismo, previsto para a zona sul de Rio Verde, surge dentro desse contexto, conectado ao processo de crescimento da região e à valorização do entorno do Espelho D’Água.

“Com foco em funcionalidade, convivência, arquitetura contemporânea e experiências urbanas compartilhadas, o projeto acompanha tendências observadas em mercados mais consolidados, reforçando o movimento de transformação da zona sul em um dos principais eixos de expansão imobiliária de Rio Verde”, reforça Vinícius.

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